Blog Senhora do Silêncio

De volta!!!

21/07/2009 · Deixe um comentário

Estive um tempo afastado devido alguns acontecimentos. Minha esposa operou, mas graças a Deus está muito bem! final de período na faculdade…muito estudo, mas valeu a pena!! e como sempre, muito trabalho!

Mas…estou de volta reativando o blog e trarei muita coisa legal…e o próximo post acho que será sobre música na Liturgia…o que acham?

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Novo Blog Senhora do Silêncio

27/05/2009 · Deixe um comentário

O Blog Senhora do Silêncio agora estará sendo publicado em www.senhoradosilencio.com

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Papa na gruta de Nazaré, onde começou aventura cristã

14/05/2009 · Deixe um comentário

“Aqui o eterno Filho de Deus se fez Homem”, explica

NAZARÉ, quinta-feira, 14 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O silêncio de Bento XVI diante da gruta em que a jovem Maria de Nazaré soube que se seria a mãe do Salvador se converteu, na tarde desta quinta-feira, em um dos momentos culminantes de sua peregrinação à Terra Santa, que concluirá nesta sexta-feira.

“Aqui o eterno Filho de Deus se fez Homem”, disse depois o Papa, que está escrevendo o segundo volume do seu livro “Jesus de Nazaré” e que deu a esta viagem toda uma dimensão de oração.

Para ele, foram momentos importantes, pois, como diria mais tarde, “refletir sobre este gozoso mistério nos dá esperança, a segura esperança de que Deus continuará conduzindo nossa história, que continuará agindo com poder criativo para realizar os objetivos que para os cálculos humanos parecem impossíveis”.

O Pe. José Carballho OFM, ministro geral da Ordem dos Frades menores (franciscanos), cujos religiosos custodiam os santos lugares, explicou ao Papa, em sua saudação de boas-vindas, que “os estudos arqueológicos aqui realizados nos mostram claramente como, através dos séculos, aqueles que nos precederam se esforçaram por embelecer um dos lugares mais queridos pela cristandade”.

A gruta da Anunciação, que se encontra na basílica inferior de Nazaré, apesar das numerosas adaptações sofridas através dos séculos, foi parte de um conjunto de casas que pode ser observado mais facilmente desde o exterior da basílica.

Ao seu lado se encontra outra pequena gruta, com pinturas deixadas pelos antigos peregrinos nas paredes. Conserva restos do pavimento dos edifícios de culto (uma sinagoga e uma igreja, séculos III e IV), que precederam a basílica bizantina.

Os franciscanos tomaram posse da gruta e das ruínas da igreja cruzada, destruída no século XIII por ordem do sultão Baybars ad-Dhahir, em 1620, quando o emir druso da montanha libanesa Fakr ed-Din a presenteou ao sacerdote italiano Tommaso Obicini, custódio da Terra Santa, escrevendo uma histórica página nas relações amistosas entre os não-cristãos e a Custódia franciscana dos santos lugares.

Após este momento chave para sua peregrinação espiritual, o Papa subiu à Basílica Superior do Santuário da Anunciação, o maior templo do Oriente cristão, consagrado em 25 de março de 1969, para presidir a celebração das vésperas com os bispos, sacerdotes, religiosas, religiosos, movimentos eclesiais e agentes pastorais da Galileia.

“O que aconteceu aqui, em Nazaré, longe dos olhares do mundo, foi um ato singular de Deus, uma poderosa intervenção na história através da qual um menino foi concebido para levar a salvação ao mundo inteiro”, disse o Papa no discurso que pronunciou no ato de oração.

“O prodígio da Encarnação continua nos desafiando a abrir nossa inteligência às ilimitadas possibilidades do poder transformador de Deus, do seu amor por nós, do seu desejo de estar em comunhão conosco.”

“O Espírito que ‘desceu sobre Maria’ é o mesmo Espírito que pairou sobre as águas nos alvores da Criação – afirmou o Papa. Isso nos recorda que a Encarnação foi um novo ato criativo. Quando nosso Senhor Jesus Cristo foi concebido por obra do Espírito Santo no seio virginal de Maria, Deus se uniu à nossa humanidade criada, entrando em uma permanente nova relação conosco e inaugurando a nova Criação.”

À luz do mistério central do cristianismo, o Papa tirou conclusões para a vida da pequena minoria cristã que mora no Estado de Israel e nos Territórios Palestinos.

“Talvez pareça que vossa voz tem pouca força. Muitos dos vossos companheiros cristãos emigraram, na esperança de encontrar em outros lugares maior segurança e melhores perspectivas. Vossa situação nos recorda a da jovem Virgem Maria, que levou uma vida escondida em Nazaré, com poucas coisas do ambiente cotidiano quanto à riqueza e à influência mundana”, reconheceu.

O Papa citou uma passagem do Magnificat de Maria, quando diz que Deus olhou para a sua humildade, para dar “força” aos católicos palestinos e israelitas.

“Tende o valor de ser fiéis a Cristo e permanecer aqui na terra que Ele santificou com sua presença” Como Maria, tendes um papel a desempenhar no plano divino da salvação, levando Cristo ao mundo, dando testemunho d’Ele e difundindo sua mensagem de paz e unidade.”

Por este motivo, concluiu, “é essencial que estejais unidos entre vós, para que a Igreja na Terra Santa possa ser claramente reconhecida como um sinal de um instrumento de comunhão com Deus e de unidade com todo o gênero humano”.

Ao terminar as vésperas, o ambiente de recolhimento se transformou em entusiasmo de festa, quando os presentes cantaram em italiano, entre versos árabes: “Bento, bem-vindo a Nazaré!”.

Esta sexta-feira, último dia do Papa na terra Santa, será dedicado à promoção do diálogo ecumênico, pois de manhã, na sede no patriarcado greco-ortodoxo de Jerusalém, ele se reunirá com os representantes das demais igrejas e comunidades cristãs. Após visitar o Santo Sepulcro, cume de sua peregrinação espiritual, e visitar o patriarca armênio apostólico, ele se dirigirá ao aeroporto de Tel Aviv, onde está previsto que decole rumo a Roma às 14h (hora local).

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Mensagem do Santo Rosário permanece, diz cardeal

13/05/2009 · Deixe um comentário

Dom Óscar Andrés Rodriguez Maradiaga, na festa de Nossa Senhora de Fátima

FÁTIMA, quarta-feira, 13 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O presidente da Cáritas Internacional e arcebispo Tegucigalpa (Honduras), cardeal Óscar Andrés Rodriguez Maradiaga, considera que a mensagem do Santo Rosário mantém toda sua atualidade. O prelado convidou os fiéis a cultivarem o hábito de recitar a oração.

“A Virgem de Fátima trouxe-nos a mensagem do Santo Rosário que não passou de moda, como pensam alguns”, disse o arcebispo hoje no Santuário de Fátima, na homilia da missa deste dia festivo.

“O rosário abrevia o essencial do Evangelho e coloca-o profundamente em nós, até que no coração se sinta o eco da Boa Nova de Deus. É como uma semente que se coloca no sulco e germina, cresce, amadurece, até que dá frutos de vida: os frutos do Reino.”

Segundo Dom Maradiaga, o rosário “é uma oração que não se limita à simples repetição, como se estivesse carecida de criatividade, é antes como uma roda de moinho de água, que em cada movimento sempre traz algo de novo”.

“O rosário é como o búzio marinho que capta em si o eco de todo o canto do mar. Nunca nos cansamos de ouvi-lo, quando o colocamos nos nossos ouvidos”; “é como a coroa de flores que os príncipes colocavam na fronte das suas amadas. Cada rosa e cada gesto é uma bela poesia de amor. É assim como nós tomamos esse rosário – ou coroa de rosas – para ir ao encontro de Jesus e de Maria, no amor da Santíssima Trindade.”

O presidente da Cáritas destacou que orar com o rosário “é muito mais do que parece à primeira vista”. “O importante do rosário é que, limitando a oração a poucas palavras, repetidas lentamente, o coração vai absorvendo no seu interior a luz de Deus que brilhou em Maria e somos assim conduzidos ao serviço ao mundo que a caracterizou”, disse.

“O rosário, em síntese, centra-se na contemplação do Evangelho em comunhão com Aquela que guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração (Lc 2, 19)”, afirmou o arcebispo.

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Wallpaper

13/05/2009 · Deixe um comentário

Muita gente me pede alguns wallpaper (papéis de parede) para deixar o desktop mais legal, e agora estou aos poucos colocando meus wallpapers favoritos. espero que gostem.

jesus

adorar ao Senhor

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Homilia de Bento XVI no Monte das Oliveiras

12/05/2009 · Deixe um comentário

Na Terra Santa há espaço para todos”

JERUSALÉM, terça-feira, 12 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a homilia que Bento XVI pronunciou hoje durante uma missa no Vale de Josafá em Jerusalém, em frente à basílica do Getsêmani e o Monte das Oliveiras.

* * *

Queridos irmãos e irmãs no Senhor,

“Cristo ressuscitou, aleluia!” Com estas palavras, saúdo-vos com imensa afeição. Agradeço o patriarca Fouad Twal por suas palavras de boas-vindas em vosso nome, e antes de tudo eu expresso minha alegria por poder celebrar esta Eucaristia convosco, a Igreja em Jerusalém. Estamos unidos ao lado do Monte das Oliveiras, onde nosso Senhor orou e sofreu, onde ele chorou por amor a esta Cidade e pelo desejo de que devesse conhecer “o caminho para a paz” (Lc 19, 42), de onde retornou ao Pai, dando sua última benção terrena a seus discípulos e a nós. Hoje aceitemos esta benção. Ele a dá em uma forma especial a vocês, queridos irmãos e irmãs, que se colocam em uma linha inquebrável com aqueles primeiros discípulos que encontraram o Senhor Ressuscitado no partir do pão, aqueles que experimentaram a vinda do Espírito Santo no andar superior e aqueles que foram convertidos pela pregação de São Pedro e dos outros apóstolos. Minha saudação também vai para todos aqueles presentes, e em um modo especial àqueles fiéis da Terra Santa que por várias razões não puderam estar conosco hoje.

Como o sucessor de São Pedro, refiz seus passos para proclamar o Cristo Ressuscitado em seu meio, para confirmá-los na fé de seus pais e invocar sobre vocês a consolação que é dom do Paráclito. Aqui, diante de vocês, eu desejo conhecer as dificuldades, as frustrações, a dor e o sofrimento que tantos de vocês suportam por causa dos conflitos que afligiram estas terras, e as amargas experiências de deslocamento que tantas famílias experimentaram e possam ainda experimentar. Espero que minha presença aqui seja um sinal de que vocês não estão esquecidos, que sua perseverante presença e testemunho são de fato preciosos aos olhos de Deus e importantes para o futuro destas terras. Precisamente por causa de sua profunda raiz nesta terra, sua antiga e forte cultura cristã, e sua inabalável confiança nas promessas de Deus, vocês, cristãos da Terra Santa, são chamados a servir não apenas como farol de fé para a Igreja universal, mas também como um fermento de harmonia, sabedoria e equilíbrio na vida de uma sociedade que tradicionalmente foi, e continua sendo, pluralista, multiétnica e multi-religiosa.

Na segunda leitura de hoje, o Apóstolo Paulo diz aos Colossenses: “buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus” (Col 3, 1). Suas palavras ressoam com particular força aqui, ao lado do Jardim do Getsêmani, onde Jesus aceitou o cálice de sofrimento em completa obediência à vontade do Pai, e onde, de acordo com a tradição, ele subiu para a direita do Pai para fazer perpétua intercessão por nós, os membros de seu Corpo. São Paulo, o grande arauto de esperança cristã, sabia o custo daquela esperança, seu preço de sofrimento e perseguição pelo amor de Deus, mas ele nunca se abalou em sua convicção de que a ressurreição de Cristo foi o início de uma nova criação. Como nos diz: “Quando Cristo, vossa vida, aparecer, então também vós aparecereis com ele na glória” (Col 3, 4).

A exortação de Paulo, “buscar as coisas do alto”, deve ecoar constantemente em nossos corações. Suas palavras nos apontam para a realização da visão da fé na Jerusalém celeste, onde, em fidelidade aos profetas antigos, Deus enxugará as lágrimas dos olhos e preparará um banquete de salvação para todos os povos (cf. Is 25, 6-8, Apo 21, 2-4).

Esta é a esperança, esta é a visão, que inspira todo que ama esta Jerusalém terrestre para vê-la como uma profecia e promessa da reconciliação e paz universal que Deus deseja para toda a família humana. Infelizmente, ao lado das muralhas desta mesma Cidade, também somos levados a considerar quão longe nosso mundo está da completa realização dessa profecia e promessa. Nesta Cidade Santa onde a vida venceu a morte, onde o Espírito foi derramado como primeiros frutos da nova criação, a esperança continua a combater o desespero, a frustração e o cinismo, enquanto a paz que é dom de Deus e chamado continua a ser ameaçada pelo egoísmo, o conflito, a divisão e as cinzas de erros passados. Por esta razão, a comunidade cristã nesta Cidade que testemunhou a ressurreição de Cristo e a vinda do Espírito Santo deve agarrar-se ainda mais a esperança oferecida no Evangelho, guardando a promessa da vitória definitiva de Cristo sobre o pecado e a morte, testemunhando o poder de perdoar, e mostrando a natureza profunda da Igreja como o sinal e sacramento de uma humanidade reconciliada, renovada e unificada em Cristo, o novo Adão.

Unidos ao lado dos muros desta cidade, sagrada aos seguidores de três grandes religiões, como não voltar nossos pensamentos à vocação universal de Jerusalém? Anunciada pelos profetas, esta vocação também emerge como um fato indiscutível, uma realidade irrevogável marcada na complexa história desta cidade e seu povo. Judeus, muçulmanos e cristãos chamam esta cidade de sua casa espiritual. Quanto precisa ser feito para fazê-la verdadeiramente uma “cidade de paz” para todos os povos, onde todos possam vir em peregrinação em busca de Deus, e ouvir sua voz, uma voz que fala de paz” (cf. Salmo 85, 8)!

Jerusalém, na verdade, sempre foi uma cidade em cujas ruas ecoam diferentes línguas, cujas pedras são pisadas por pessoas de toda raça e idioma, cujos muros são um símbolo do carinho providente de Deus para com toda a família humana. Como um micro-cosmo de nosso mundo globalizado, esta Cidade, se viver sua vocação universal, deve ser um lugar que ensina a universalidade, o respeito pelos outros, o diálogo e a compreensão mútua; um lugar onde o preconceito, a ignorância e o medo que os alimenta são superados pela honestidade, a integridade e a busca pela paz. Não deveria haver lugar entre estes muros para mesquinhez, discriminação, violência e injustiça. Crentes em um Deus de misericórdia – que se identificam como judeus, cristãos e muçulmanos – devem ser os primeiros a promover esta cultura de reconciliação e paz, por mais lento que possa ser o processo e grave o peso das lembranças passadas.

Aqui eu gostaria de falar diretamente da trágica realidade – que não pode deixar de ser um motivo de consenso para todos que amam esta Cidade e esta terra – da partida de tantos membros da comunidade cristã nos anos recentes. Enquanto compreensíveis razões levam muitos, especialmente os jovens, a migrar, esta decisão trás consigo um empobrecimento cultural e espiritual para a cidade. Hoje quero repetir o que disse em outras ocasiões: na Terra Santa há espaço para todos! Enquanto chamo as autoridades a respeitar, apoiar e valorizar a presença cristã aqui, também quero assegurar-lhes a solidariedade, o amor e o apoio de toda a Igreja e da Santa Sé.

Queridos amigos, no Evangelho que acabamos de ouvir, São Pedro e São João correm ao sepulcro vazio, e João, como ouvimos, “viu e acreditou” (Jo 20, 8). Aqui na Terra Santa, com os olhos da fé, vocês, junto com os peregrinos de todo o mundo que enchem suas igrejas e basílicas, são abençoados por “ver” os lugares santificados pela presença de Cristo, seu ministério terreno, sua paixão, morte e ressurreição, e o dom do Espírito Santo. Aqui, como o apóstolo São Tomé, vocês recebem a oportunidade de “tocar” as realidades históricas que sublinharam nossa confissão de fé no Filho de Deus. Minha oração por vocês hoje é para que continuem, dia após dia, a “ver e acreditar” nos sinais da providência de Deus e infalível misericórdia, e a “tocar” as fontes de graça nos sacramentos, e encarnar para os outros sua promessa de novos tempos, de liberdade nascida do perdão, da luz interior e da paz que podem trazer cura e esperança para até mesmo as realidades humanas mais obscuras.

Na Igreja do Santo Sepulcro, peregrinos em todo século veneraram a pedra que a tradição diz ter estado na entrada do túmulo na manhã da ressurreição de Cristo. Retornemos frequentemente àquele túmulo vazio. Lá reafirmemos nossa fé na vitória da vida, e oremos para que cada “pedra pesada” que se coloca ante a porta de nossos corações, bloqueando nossa entrega completa ao Senhor em fé, esperança e amor, seja abalada pelo poder da luz e vida que brilhou de Jerusalém para todo o mundo naquela manhã de Páscoa. Cristo ressuscitou, aleluia! Ele está verdadeiramente ressuscitado, aleluia!

[Tradução de Élison Santos

© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana]

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13 de maio – Nossa Senhora deFátima

12/05/2009 · Deixe um comentário

Foi a 13 de maio de 1917, como se disse, quando Portugal via morrer seus filhos nos campos de batalha, em França. Três criancinhas apascentavam um pequeno rebanho de ovelhas na Cova da Iria.

A mais velha, Lúcia de Jesus, bastante alta e forte para os seus dez anos, fizera já a sua primeira comunhão. Os seus dois primos Francisco e Jacinta Marto tinham respectivamente nove e sete anos. Nenhuma sabia ler: pobres filhos da serra, alegre e despreocupado, brincavam alegres nesse dia de maio, enquanto as ovelhas pastavam pacificamente.
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Por volta do meio dia, Lúcia lembrou a reza do terço que tinham por costume todos os dias. Acabada a oração, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, quando, de repente, uma luz brilhante cortou rápido o céu. Julgando ter sido algum relâmpago, não obstante o céu sereno e desanuviado, a toda a pressa juntou o rebanho. Mas eis que novo clarão iluminou o espaço e as crianças notaram com espanto, em cima de uma pequena azinheira, uma Senhora de incomparável beleza toda resplandecente de luz. Parecia ter os seus 17 anos. Velava-lhe o semblante que leve sombra de tristeza e dor. Das mãos erguidas pendia um rosário de brancas pérolas. O vestido era também branco. Da fronte inclinada de que transparecia uma ternura infinda, descia um magnífico manto orlado de ouro até aos pés, que mal se viam sobre a nuvem luminosa. O conjunto da atitude e do trajar era digno e majestoso. Da aparição emanava um resplendor que o olhar mal podia suportar. O primeiro pensamento dos pastorinhos foi fugir. Mas a Senhora os deteve prometendo que não lhes faria mal algum. Deviam vir àquele lugar, sempre pelo meio dia a 13 de cada mês até outubro.

Logo que recuperou a fala, Lúcia perguntou se ela, o Francisco e a Jacinta iriam para o céu. A senhora respondeu que era preciso rezar o rosário.
Terminada a aparição, as crianças olharam-se estupefatas e Lúcia perguntou aos primos se haviam visto e ouvido alguma coisa. Que sim. Respondeu Jacinta sem hesitar. Francisco disse que tinha visto muito bem, mas nada ouvira.
Seguidamente Lúcia recomendou que nada dissessem para não passarem por mentirosos, nem fosse caso que lhes ralhassem ou batessem.
Mas os dois irmãos não puderam conter-se e disseram tudo. A mãe destes foi à casa dos pais da Lúcia para se informar ao certo do que acontecera.
Lúcia vendo, então, que tudo se sabia, contou com sinceridade ocorrido. Dentro de pouco o caso era objeto de todas as conversas.

Fonte: http://www.fatima.com.br

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Diferenças religiosas não devem ser fonte de divisão, diz Papa

11/05/2009 · Deixe um comentário

Encontro com os representantes de organizações para o diálogo inter-religioso

JERUSALÉM, segunda-feira, 11 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI afirmou –ao concluir o último ato público de seu primeiro dia em Israel– que as diferenças religiosas não devem ser causa de divisão, mas de motivo de alento para seguir na vida o caminho de Deus.

Para alcançar este objetivo, o Papa ofereceu em seu encontro com os representantes de organizações para o diálogo inter-religioso na Terra Santa esta chave: respeitas “tudo o que nos diferencia”; promover “tudo o que nos une”.

O encontro com cristãos, judeus, muçulmanos, drusos e samaritanos teve lugar no auditório do Pontifício Instituto “Notre Dame of Jerusalem Center”, criado por João Paulo II com objetivos de caráter religioso, cultural, caritativo e educativo, e confiado pelo mesmo Papa à congregação dos Legionários de Cristo.

Em seu longo discurso, pronunciado em inglês, o Papa constatou que alguns “querem que acreditemos que nossas diferenças são necessariamente causa de divisão a ser tolerada”.

“Mas sabemos que nossas diferenças não precisam nunca ser mal representadas como uma inevitável fonte de fricção e tensão nem entre nós mesmos nem na sociedade como um todo.”

Ao contrário, “elas nos dão uma maravilhosa oportunidade para pessoas de diferentes religiões viverem juntas no respeito profundo, estima e apreciação, encorajando um ao outro nos caminhos de Deus”.

“Movidos pelo Todo Poderoso e iluminados por sua verdade, que vocês continuem a dar passos com coragem, respeitando tudo que nos diferencia e promovendo tudo que nos une como criaturas abençoadas com o desejo de trazer esperança a nossas comunidades e ao mundo. Que Deus nos guie ao longo deste caminho.”

Depois da intervenção do Papa, sem que estivesse previsto no programa, tomou a palavra o xeque Tayssir Attamini, juiz supremo das Cortes islâmicas de Jerusalém, para lançar um ataque em árabe contra Israel.

Enquanto o xeque falava, em meio à surpresa geral, dois expoentes judeus deixaram seus assentos. O patriarca latino de Jerusalém, Su Beatitud Fouad Twal, aproximou-se para tentar detê-lo. O Papa, por não compreender árabe, não podia saber o que o xeque dizia.

Posteriormente, o padre Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, publicou um comunicado em que confirma que a intervenção do xeque “não estava prevista pelos organizadores do encontro”.

“Em um acontecimento dedicado ao diálogo, esta intervenção foi uma negação do diálogo. Espera-se que este fato não comprometa a missão do Papa, que busca promover o diálogo entre as religiões, como ele mesmo afirmou claramente em muitos discursos desta viagem”.

O porta-voz vaticano desejou também que o “diálogo inter-religioso na Terra Santa não fique comprometido por este incidente”.

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Igreja católica… nossa família

11/05/2009 · Deixe um comentário

Venha fazer parte de nossa Famíla. Assita o vídeo…

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Irmãos voltem para casa!

11/05/2009 · Deixe um comentário

Jesus te ama e te chama. Não importa como e onde você está. Se estás só, triste, alegre, afastado, ele te ama do jeito que você é…. Jesus não medirá esforços para te trazer para perto dele. ele Ee chama..e o que você responde? Assista o vídeo abaixo.

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